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domingo, 10 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
ÓH, ABRE ALAS...
APÓS 114 ANOS, CLÁSSICO DO CARNAVAL “Ó ABRE ALAS” AINDA ANIMA FOLIÕES - http://seuhistory.com/ noticias.html
Em meio a tantas músicas, hits, sambas-enredos, uma canção de 114 anos ainda encontra espaço no Carnaval brasileiro. Trata-se da composição “Ó abre alas”, escrita por Chiquinha Gonzaga em 1899, quando ela tinha 52 anos, sagrando-se a primeira mulher a compor uma marcha de Carnaval. A canção foi feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro, citado na letra, e que fez grande sucesso nos carnavais do Rio, entre os anos de 1901 e 1910. Justamente no ano em que escreveu esta música, Chiquinha iniciou um romance com João Batista Fernandes Lage, seu talentoso aprendiz, de apenas 16 anos...
Na sua opinião, quais são as músicas "ícones" do Carnaval no Brasil?
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
CURIOSIDADES SOBRE O CARNAVAL
10 CURIOSIDADES SOBRE O CARNAVAL
1º. Para homenagear o Deus Saturno, havia uma festa na Roma Antiga chamada “Saturnais”. As escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Carros (chamados de “carrum navalis” por serem semelhantes aos navios) levavam homens e mulheres nus em desfile. Muitos dizem que pode ter sido daí a expressão “carnavale”.
2º. A Igreja Católica se opunha a estes festejos pagãos, mas em 590, decidiu reconhecê-los. Exigiu porém, que o dia seguinte (Quarta-Feira de Cinzas) fosse dedicado à expiação dos pecados e ao arrependimento.
3º. De lá para cá, o Carnaval foi mudando aos poucos de cara. Na Idade Média, incluía sátiras aos poderosos. Os foliões se protegiam de possíveis retaliações com a desculpa de que a festa os deixava loucos (“folia”, em francês, significa loucura).
4º. No Brasil o início da festa é conhecido como “grito de carnaval”. Antigamente os clubes promoviam festas pré-carnavalescas com este nome. Nessas festas as pessoas iam fantasiadas e cantavam e dançavam ao som de marchinhas de Carnaval.
5º. A data em que se comemora o Carnaval é definida com base na Páscoa. A Quarta-Feira de Cinzas sempre cai 46 dias antes do domingo da festividade, que é a soma dos 40 dias que antecedem o Domingo de Ramos com os 6 dias da Semana Santa.
6º. Em 1855 houve aquele que foi considerado o primeiro desfile de Carnaval. Uma comissão de intelectuais formou um bloco chamado “Congresso das Sumidades Carnavalescas”. Os participantes foram até o palácio de São Cristóvão pedir para que a família real assistisse ao desfile. Dom Pedro II aceitou o convite. A polícia do Rio de Janeiro autorizou o desfile de blocos pelas ruas em 1889.
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| Bloco do Sujo |
7º. Foi na Rua Visconde de Itaúna, próximo a Praça Onze, que nasceu o samba. Uma roda de amigos improvisava versos na casa de uma das moradoras do morro, a tia Ciata (Hilária Batista de Almeida). Em 6 de agosto de 1916, o grupo criou a música O Roceiro, que caiu no gosto do povo. Depois de repetida em outras noites, sempre com muito sucesso, Donga, um dos participantes, resolveu registrar a canção em seu nome, com o título de Pelo telefone. Quando ela foi gravada, em 1917, os outros integrantes do grupo – Germano Lopes da Silva, Hilário Jovino Ferreira, João da Mata, Sinhô e tia Ciata – reivindicaram direitos pela composição. Donga contestou essa versão.
8º. O nome do ritmo é de uma língua africana chamada banto, falada em Angola. Há duas versões para sua origem: ou ela deriva do termo samba (bater umbigo com umbigo), ou é uma junção de sam (pagar) e de ba (receber). Nas antigas rodas de escravos se praticava a umbigada, dança em que dois participantes davam bordoadas um no baixo-ventre do outro.
9º. O Carnaval brasileiro é descendente do “entrudo” português. O dicionário diz que entrudar significa molhar com água, empoar de goma ou talcos, fazer peça. E a farra era esta mesmo. No século 17, os foliões se armavam de baldes e latas cheias de água. E todos acabavam molhados. Até Dom Pedro II se divertia jogando água nos nobres. Acontecia aqui antes do início da Quaresma e durava três dias, do domingo até a terça-feira gorda.
10º. Com o passar dos anos, a brincadeira foi ficando mais agressiva. Água suja, farinha e talco lambuzavam as roupas dos brincalhões. Limões, laranjas e ovos eram atirados em quem estivesse na rua. Logo surgiu uma lei proibindo o entrudo. Em 1854, um chefe de polícia do Rio de Janeiro (RJ) determinou que a partir daquela data o entrudo tinha de “ser seco para não estragar as roupas mais custosas e cuidadas e não provocar desordens e confusão”. O entrudo à seco se transformou no Carnaval.
Fonte: O Guia dos Curiosos
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
CRIANÇA PODE E DEVE BRINCAR O CARNAVAL
Cuidados que Você deve ter com seus filhos para ter um Carnaval bem alegre.
O povo brasileiro é conhecido internacionalmente por sua simpatia e bom humor. E a maior demonstração de nossa alegria e disposição ocorre no carnaval - a maior festa popular do país. Acredito ser muito importante manter esta tradição típica do brasileiro, agora também universalizada, transmitindo a cultura para nossas crianças e estimulando-as a participar desta grande oportunidade de brincar, socializar e descontrair.
No entanto, como pediatra, aconselho que os responsáveis pelos pequenos
nunca se descuidem de alguns cuidados especiais durante a folia. Prestar
atenção às necessidades da criança pode evitar aborrecimentos posteriores ao
carnaval. Para saber como proteger os mini foliões, confira abaixo algumas
dicas:
- · Bebês não devem frequentar festas de carnaval, pois podem se excitar excessivamente. As consequências são: insônia, pesadelos e falso terror noturno, entre outros. Além disso, crianças muito pequenas não possuem o sistema imunológico totalmente desenvolvido, facilitando a contaminação por vírus e bactérias , tipicamente presentes em aglomerações.
- · Leve seu filho ao local da festa já com uma pulseira de identificação, onde conste o seu nome completo e o do responsável que esteja presente no local, além do número do telefone celular do adulto. Este procedimento simples dará mais liberdade para o seu filho e mais tranquilidade para você.
- · Lembre-se que o carnaval ocorre em pleno verão brasileiro, com dias quentes e úmidos, que aumentam a sudorese e o risco de desidratação. Escolha, então, roupas ou fantasias leves, de cores claras, folgadas no corpo e que permitam a circulação do ar. Oferecer água para a criança e sucos naturais durante a festa também é importante.
- · Evite também que as fantasias sejam acompanhadas de brinquedos, como armas (revólveres, espadas, etc.), que além de servirem como apologias da violência, podem provocar acidentes.
- · Cuidado com máscaras que, quando deslocadas, podem dificultar a respiração da criança. Pinturas devem ser feitas com tintas naturais, neutras, e de fácil eliminação, evitando-se as regiões próximas aos olhos e à boca.
·
Dê preferência para tênis que não apertem os pés, pois a criança terá
muito mais segurança para correr e pular, além de ser muito mais confortável
para ela.
·
Tome cuidado com as tradicionais "guerras de confetes". Elas
acabam se tornando perigosas para nossos pequenos, pois podem levar a engasgos
ou aspiração do material. Sendo assim, evite esse tipo de brincadeira.
·
As crianças maiores (pré-adolescentes e adolescentes) devem ser muito
bem orientadas a não beber bebidas alcoólicas, não aceitar nada oferecido por
estranhos, e procurar por você ou por uma autoridade policial diante qualquer
suspeita de assédio.
·
Festas de salão costumam ser realizadas para faixas etárias definidas.
Respeite estas divisões, não permitindo que seu filho vá a festas com crianças
de outra idade, sejam elas mais velhas ou mais novas.
E BOM CARNAVAL!
SOBRE O AUTOR
Dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros é pediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria e diretor da MBA Pediatria . http://www.mbapediatria.com.br Saiba mais »
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
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